Publicou Há 2 meses
Olá Pá Falcão, Adoro criar jogos para crianças e gostaria de saber mais sobre este mercado, formação, cursos. Você pode me ajudar? obrigada Adriana
quintal perguntou

Claro, querida, me passa seu tel., email ou face, conversamos…

Bj

Publicou Há 2 meses

5 Dicas para uma Boa Comunicação

Normalmente os textos sobre comunicação focam em quem precisa passar uma mensagem. É como se toda a responsabilidade da comunicação fosse do transmissor. Só que existem 4 elementos na comunicação: a mensagem que tem que ser passada, o transmissor, que é quem passa a mensagem, o receptor, que é quem recebe a mensagem e o ruído, a confusão e falha de entendimento que pode acontecer.

Hoje vamos focar no receptor. Qual é o esforço que fazemos ao participar de uma reunião, receber instruções ou mesmo ao conversar com nossos familiares para entender de verdade o que o outro está dizendo? Quanto da comunicação não poderia melhorar se o receptor se esforçasse mais?

Então, aqui vão 5 dicas para o nosso dia-a-dia:

1)      Você é o receptor neste momento, então tenha uma atitude receptiva! Boa vontade é o primeiro passo para uma boa comunicação.

2)      Procure entender toda a mensagem antes de começar a procurar argumentos para concordar ou discordar – muitas vezes a mensagem inicial do transmissor não tem nada a ver com a final – espere ele terminar e compreenda o todo antes de tomar decisões mentais!

3)      Se a linguagem que o transmissor está usando não é a sua – se for muito científica, com jargões ou gírias que você não conhece, espere ele terminar de falar e pergunte o que você não entendeu! Ele deveria adaptar a linguagem dele à sua, mas já que não fez isto, é sua responsabilidade avisar se está difícil entender.

4)      Aliás, falando em entendimento, cheque  se você entendeu direito e pergunte o que você não entendeu e cheque se você. O transmissor não tem bola de cristal e nem todo mundo tem a sensibilidade de perceber que o outro não está entendendo.

5)      Quando você discordar ou não for fazer o que foi pedido, comunique isto ao transmissor!  Pode ser difícil e requerer coragem, mas junto com a boa vontade que falei no primeiro item, a proatividade resolve quase tudo. Dizer não é uma arte tão valiosa quanto dizer sim!

Publicou Há 3 meses

A Aventura do Líder Único

Um dos livros que eu mais gosto Arthur C. Clarke é “A Cidade e as Estrelas”. Conta a estoria de Alvin, um dos habitantes de Diaspar, a ultima cidade da terra, ultra-tecnologica, onde as pessoas podem se dedicar a polir seus melhores talentos, já que os robôs e computadores cuidam de tudo. 

Alvin é um “único”. Em uma cidade onde as pessoas não morrem, se recolhem aos bancos de memória do computador central, esta é a primeira vida de Alvin. Ele quer sair dos muros de Diáspar, ver o que mais existe no mundo. Todos os outros habitantes da cidade têm um medo patológico de sair e isto é considerado uma heresia. 

Alvin demora um tempo para conseguir sair de Diaspar, que é toda cercada por um domo intransponível. Consegue sair com ajuda do computador central, fazendo uma simulação do passado da cidade até encontrar uma linha de metrô que leva a Lys, a outra única cidade da terra.

Chegando em Lys, Alvin é recebido com estranheza, já que os habitantes da cidade são naturalistas e levam uma vida oposta à de Diaspar, extraindo da terra o seu sustento. Num primeiro momento os habitantes tentam impedir sua entrada, mas nosso herói faz um grande amigo, vive muitas aventuras e acaba integrando as duas cidades.

A correlação que eu gostaria de fazer é com o líder dentro de cada um de nós.  Todos somos “únicos”, mas em geral nosso impulso é o de “encontrar nossa turma”. Ficando com nossos iguais temos o conforto de pertencer, de nos sentirmos seguros. Só que quando fazemos isto não ampliamos a nossa visão da vida, exatamente como os habtantes de Diaspar e Lys que acabam ficando milhões de anos estagnados por puro medo de sair de seu jeito de viver.

Quando ficamos no “normal”, deixamos de viver o extraordinário. Quando deixamos de viver o extraordinário deixamos de ser exemplo e motivar as pessoas, já que elas gostam de ter como exemplos os grandes heróis, os grandes protagonistas, que nunca se limitam à sua vidinha tranquila.  Quando deixamos de ser exemplo e motivar, nossa liderança se evapora.  Deixamos de ser líderes para cair em duas categorias: se temos um cargo ou posição de comando, passamos a ser o chefe, aquele que manda fazer sem fazer junto. Se não temos a posição de comando é pior ainda, passamos a ser o chato, aquele que muito fala e pouco faz.

Mesmo não sendo tão confortável, a posição de “único” nos faz viver emocionantes aventuras, crescer, nos desenvolve e desenvolve os que estão à nossa volta.

Vamos começar a ser “únicos”?

O que você pode fazer de diferente na sua vida a partir de hoje? O que você gostaria de viver e sempre teve medo?

Ponha em prática, depois me conte neste blog.

Publicou Há 4 meses

Design Instrucional

Vou divulgar o seu blog no meu face, achei interessante!! Parabéns!! Tu é inteligente, siga esse caminho que vai longe mulher. 

Publicou Há 4 meses

Agradecimento

Paula.

Obrigado por este pequeno artigo, foi me de grande valia, na verdade as mudanças se iniciam primeiro em nós, e depois podemos mudar o mundo.

Mais uma obrigado.

Claudinei CEPE XLVII de Mogi das Cruzes-SP

Publicou Há 4 meses

Uma Pitada de Design Instrucional: Cinco Condições para Envolver os Alunos

image

Sempre que um novo nome complicado surge para uma coisa antiga, eu fico muito desconfiada. Afinal, falar complicado é uma das táticas para quem não sabe o que vai falar ou quer que os outros não entendam. Com o termo “design instrucional”, ocorreu exatamente isto.

Gosto de “design”, mas não acho que é com “instruções” que alguém aprende. Mas o mercado, principalmente de ensino à distância, tomou gosto pela palavra. Tem até uma definição: o design instrucional corresponde à “ação intencional e sistemática de ensino, que envolve o planejamento, o desenvolvimento e a utilização de métodos, técnicas, atividades, materiais, eventos e produtos educacionais em situações didáticas específicas, a fim de facilitar a aprendizagem humana a partir dos princípios de aprendizagem e instrução conhecidos”.

Chique, não? Na França chama-se engenharia pedagógica, pra mim o nome é bem mais simpático, deve ser a minha formação de exatas falando mais alto…

Bom, nomes bonitos (ou feios) à parte, o cerne da questão consiste em fazer as pessoas aprenderem. E o nosso sistema educacional não tem sido muito eficaz, como podemos ver facilmente em qualquer ambiente. Tendemos a achar que este é um problema do Brasil, e o nosso é muito grave, mas também é um problema mundial. As escolas simplesmente não conseguem concorrer com as informações geradas pela Internet e pela mídia em geral!

Richard Felder, um professsor da Faculdade de Engenharia da Universidade da Carolina do Norte, resolveu pesquisar porque os alunos se desinteressavam tanto. E chegou à conclusão que existem 5 fatores que são imprescindíveis no aprendizado e que muitas vezes são ignorados pelos professores:

1.      Percepção do Ambiente – A percepção do ambiente não é igual para todos.  Algumas pessoas são extremamente sensoriais, precisam ver, ouvir, tocar, cheirar, etc… Outras são mais intuitivas, para estas o importante é lembrar, pensar e imaginar.

2.      Captação da Informação – Algumas pessoas são mais visuais e precisam de figuras, diagramas, gráficos e esquemas. Outras são mais verbais e captam através da escrita,da fala e de fórmulas.

3.      Processamento da Informação – Pessoas mais ativas precisam testar a informação que receberam. Pessoas mais reflexivas precisam pensar no assunto…

4.      Compreensão da Informação – Alguns compreendem de maneira sequencial, com uma informação após a outra. Outros compreendem de forma holística, correlacionando e traçando paralelos com tudo o que já sabiam.

5.      Organização da Informação – algumas pessoas são indutivas, precisam saber toda a teoria para depois se sentirem seguros para praticar, outras são dedutivas, precisam da prática primeiro para depois conseguir entender a teoria.

Então, vamos pensar um pouco em uma aula tradicional, de qualquer assunto, para uma classe de 40 alunos. O professor começa a falar sobre o assunto da aula, mas não trouxe nada para mostrar. Com isso, já perde a atenção da metade que é sensorial. Então, nesse ponto, tem a atenção de 20 alunos.

O professor dá um texto para todos lerem e este texto não tem nenhuma figura, nenhum diagrama. Depois simplesmente comenta o assunto.. Neste momento dos 20 que estavam prestando atenção, a metade visual se desinteressa, sobrando 10 ainda interessados.

O professor não dá nenhuma atividade que teste o assunto. Dos 10 que ainda estavam ouvindo, só a metade reflexiva (5), continua prestando atenção…

O professor também não usa nenhum tipo de inter ou transdisciplinaridade, se atendo apenas ao assunto da aula, sem correlacionar com nenhum outro assunto. Neste ponto, perdeu a metade holística. Como estávamos com 5 alunos ainda prestando atenção, vamos ser otimistas e dizer que ele ainda tem a atenção de 3.

O professor não dá nenhum tipo de atividade prática antes de falar toda a teoria. Dos 3 que sobraram, vamos dizer que apenas um era dedutivo e desiste.

No final da aula sobraram 2 com chance de ter aprendido alguma coisa. Com uma aula dessas não dá para culpar o sistema!

Este é apenas um exemplo de técnicas que muitas vezes faltam e que o design instrucional pode nos ajudar a ter. Na maioria das vezes técnicas simples, mas usadas pelos bons professores desde que os homens das cavernas compartilhavam seus aprendizados ao redor das fogueiras.

Se você é professor, para começar, pense nestas 5!

Se quiser aprender mais, faça um curso de design instrucional:

https://www.sympla.com.br/design-instrucional-para-professores__11469.html

Publicou Há 6 meses

Em homenagem ao aniversário de Carlos Drummond de Andrade


Poema de sete faces


Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
 


As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
 


O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
 


O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos , raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
 


Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
 


Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo,
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
 


Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.


Leia este poema em latim

Publicou Há 7 meses

Venha fazer um coaching expresso e aprefeiçoe sua competência de relacionamento interpessoal!

Publicou Há 7 meses

Para quem fala inglês, um vídeo bem interessante sobre as mudanças no ambiente de trabalho…

Publicou Há 7 meses
Você a caminho do Sucesso!
Nos tempos atuais, sucesso está diretamente ligado a conseguir duas coisas aparentemente paradoxais: foco no objetivo e flexibilidade para mudar o que tem que ser mudado.
Isso pode parecer oposto, mas não é. O que acontece é que normalmente o que tem que ser mudado é o nosso comportamento – seja na estratégia, no jeito de reagir ao que nos acontecer ou na firmeza com que usamos nossos valores.
O Jogo da Transformação é uma ferramenta criada na ecovila de Findhorn, lá na década de 70, e trabalha exatamente os padrões que precisamos transformar para que a nossa vida passe a dar mais certo. O jogo é fantástico, mas na década de 70 tudo acontecia mais devagar, e o jogo leva pelo menos 8 horas (tem alguns jogos que levam até uma semana).
A outra coisa importante é que o Jogo da Transformação é uma ferramenta predominantemente pessoal, e tem que ser jogado num ambiente de intimidade e total confiança entre os jogadores, pois pode expor publicamente nossas questões mais íntimas.
Pensando um pouco mais nos tempos atuais e em expor menos os participantes, Kathy Tyler e Joy Drake, as autoras do jogo, criaram uma ferramenta de coaching baseada no jogo, o Frameworks Coaching Process. É uma adaptação das principais cartas do jogo, insights e bloqueios, e do famoso baralho de anjos que muita gente usa separado do jogo. Os anjos foram transformados em mentores, valores que temos que levar em consideração ao agir.
Muitas coisas podem ser feitas com o FCP – apelido de Frameworks Coaching Process – com utilizações individuais ou coletivas,  bem longas, em várias sessões ou como eu, particularmente, gosto de usar: fazendo um Coaching Expresso em Grupo.
É simples: reunimos várias pessoas que têm questões similares e em uma reunião de 3 horas de duração cada um sai com um plano de ação para atingir o sucesso em sua questão.
Parece mágica? Não é. É só parar para pensar! Vamos lá:
Primeiro, nosso objetivo ou propósito tem que estar muito claro. Se estamos em Brasília e não sabemos se queremos ir para Manaus ou Curitiba, é quase certo que não chegaremos em nenhum dos dois lugares! Clareza de propósito é o primeiro passo.
Em segundo lugar, temos que saber quais são nossas forças, os insights que nos levarão a alcançar nosso objetivo. É bem simples de novo: se queremosr ser campeões de natação, ser mos bons em xadrez não vai ajudar. Até é legal, mas nadar bem é o que vai ajudar.
Até aqui está facil. Agora vem a parte que faz com que a maioria das pessoas tenha a maior dificuldade em atingir o sucesso: nossos bloqueios.
Muitas vezes achamos que é o mundo que nos bloqueia. Posso garantir que é raríssimo que isto aconteça. Normalmente bloqueamos a nós mesmos com os nossos medos, inseguranças, comportamentos reativos, estratégias inadequadas e modelos mentais obsoletos. Portanto, o teceiro passo é saber o que nos bloqueia.
Agora que sabemos qual é nosso bloqueio, como vamos lidar com ele? Quais são nossas forças, recursos interiores que podem nos ajudar a fazer com que o bloqueio suma da nossa frente?
Bom, sabemos as 4 coisas principais. Mas como vamos agir com elas? Quais são os valores, a ética e os comportamentos que não podemos esquecer.
Sabendo tudo isto é só colocar no 5WH: O que, quem, quando, como,onde e porque. O plano de ação está pronto para colocarmos mãos à obra em direção ao sucesso!

Você a caminho do Sucesso!

Nos tempos atuais, sucesso está diretamente ligado a conseguir duas coisas aparentemente paradoxais: foco no objetivo e flexibilidade para mudar o que tem que ser mudado.

Isso pode parecer oposto, mas não é. O que acontece é que normalmente o que tem que ser mudado é o nosso comportamento – seja na estratégia, no jeito de reagir ao que nos acontecer ou na firmeza com que usamos nossos valores.

O Jogo da Transformação é uma ferramenta criada na ecovila de Findhorn, lá na década de 70, e trabalha exatamente os padrões que precisamos transformar para que a nossa vida passe a dar mais certo. O jogo é fantástico, mas na década de 70 tudo acontecia mais devagar, e o jogo leva pelo menos 8 horas (tem alguns jogos que levam até uma semana).

A outra coisa importante é que o Jogo da Transformação é uma ferramenta predominantemente pessoal, e tem que ser jogado num ambiente de intimidade e total confiança entre os jogadores, pois pode expor publicamente nossas questões mais íntimas.

Pensando um pouco mais nos tempos atuais e em expor menos os participantes, Kathy Tyler e Joy Drake, as autoras do jogo, criaram uma ferramenta de coaching baseada no jogo, o Frameworks Coaching Process. É uma adaptação das principais cartas do jogo, insights e bloqueios, e do famoso baralho de anjos que muita gente usa separado do jogo. Os anjos foram transformados em mentores, valores que temos que levar em consideração ao agir.

Muitas coisas podem ser feitas com o FCP – apelido de Frameworks Coaching Process – com utilizações individuais ou coletivas,  bem longas, em várias sessões ou como eu, particularmente, gosto de usar: fazendo um Coaching Expresso em Grupo.

É simples: reunimos várias pessoas que têm questões similares e em uma reunião de 3 horas de duração cada um sai com um plano de ação para atingir o sucesso em sua questão.

Parece mágica? Não é. É só parar para pensar! Vamos lá:

Primeiro, nosso objetivo ou propósito tem que estar muito claro. Se estamos em Brasília e não sabemos se queremos ir para Manaus ou Curitiba, é quase certo que não chegaremos em nenhum dos dois lugares! Clareza de propósito é o primeiro passo.

Em segundo lugar, temos que saber quais são nossas forças, os insights que nos levarão a alcançar nosso objetivo. É bem simples de novo: se queremosr ser campeões de natação, ser mos bons em xadrez não vai ajudar. Até é legal, mas nadar bem é o que vai ajudar.

Até aqui está facil. Agora vem a parte que faz com que a maioria das pessoas tenha a maior dificuldade em atingir o sucesso: nossos bloqueios.

Muitas vezes achamos que é o mundo que nos bloqueia. Posso garantir que é raríssimo que isto aconteça. Normalmente bloqueamos a nós mesmos com os nossos medos, inseguranças, comportamentos reativos, estratégias inadequadas e modelos mentais obsoletos. Portanto, o teceiro passo é saber o que nos bloqueia.

Agora que sabemos qual é nosso bloqueio, como vamos lidar com ele? Quais são nossas forças, recursos interiores que podem nos ajudar a fazer com que o bloqueio suma da nossa frente?

Bom, sabemos as 4 coisas principais. Mas como vamos agir com elas? Quais são os valores, a ética e os comportamentos que não podemos esquecer.

Sabendo tudo isto é só colocar no 5WH: O que, quem, quando, como,onde e porque. O plano de ação está pronto para colocarmos mãos à obra em direção ao sucesso!